da série terracéu
Aquarela, grafite, gouache e crina sobre papel. Dimensões variáveis, 2025.
As pinturas da série Terracéu dão continuidade à investigação iniciada na obra homônima, tensionando a separação entre terreno e divino, matéria e transcendência. Céu e terra aparecem como campos contíguos, percorridos por um fio de crina que se insinua entre ambos. Essa escrita não verbal costura a superfície, cruza a divisão e inscreve uma continuidade possível entre aquilo que a imagem inicialmente apresenta como separado. Assim, a fronteira permanece visível, mas deixa de funcionar como limite absoluto.
Obras expostas na mostra Camas Silenciosas para Palavras em Suspensão, no Memorial Meyer Filho, 2026.
obras relacionadas: