Colagem e técnica mista sobre papel.
 Dimensões variáveis, 2025/2026.
Obra da série Corpo-devir, de Zans, colagem e técnica mista sobre papel, 2025–2026.
A série Corpo-devir parte da ideia de corpo como estado transitório, relacional e sempre incompleto. Corpos como passagem, “geografias deslocadas” e “fragmentos e fantasmas de outros corpos”, como sugere José Tolentino Mendonça em sua série de poemas sobre o corpo (Os Enigmas Singulares, Círculo de Poemas, 2026). Entre fragmentos, linhas, palavras e formas geométricas, o corpo deixa de aparecer como unidade estável e passa a insinuar outras configurações possíveis. A escrita participa desse movimento como tentativa de tocar aquilo que no corpo excede seus próprios contornos; dar-se conta da própria transcendência.
[Série em expansão]
Detalhe de obras da série Corpo-devir, de Zans, colagem e técnica mista sobre papel, 2025–2026.
Detalhe de obra da série Corpo-devir, de Zans, colagem e técnica mista sobre papel.
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